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FEICON 2020 terá 98 novos expositores

Com 92% da planta comercializada, a próxima edição também marcará o retorno da Lorenzetti após dois anos sem participar

Marcada para acontecer entre os dias 31 de março e 03 de abril do ano que vem, a próxima FEICON BATIMAT promete ser histórica. A organização anuncia que 92% da planta já foi comercializada e que a feira terá 98 novos expositores, somando a centenas de marcas nacionais e estrangeiras e a uma programação que mescla conteúdo, experiências, networking, negócios e tendências, em uma área totalmente setorizada.

Grandes nomes de mercado como Suvinil, Celite, Amanco, Stam, Makita, Black & Decker, Vedacit, Elgin, Eternit, entre muitos outros já estão confirmados. A edição 2020 também terá o retorno da Lorenzetti depois de dois anos longe. “Estivemos em outras 20 edições, sempre com muito destaque e sucesso. Desta vez, esperamos apresentar as novidades em nossas categorias de produtos e aproveitar a visibilidade da feira para estreitar relacionamento com clientes, profissionais e consumidores finais”, disse Paulo Galina, gerente de marketing da Lorenzetti.

Novos expositores, mais oportunidades

A FEICON já é reconhecida por todo o mercado de construção civil da América Latina como o mais importante centro de negócios para o setor. O pool de expositores da próxima edição ganhará o reforço de mais de 90 novas marcas, refletindo em novas oportunidades e contato direto com ideias disruptivas.

AGL Eletrônicos do Brasil é um bom exemplo. Pela primeira vez na feira, a expectativa é surpreender o público. “Vamos levar inovação em automação remota para abrir, desligar, fechar, tudo por um único aplicativo”, explica Ana Cecília Silva, diretora comercial da empresa.

Outro estreante é o Grupo FOXLUX, que chega com objetivos bem definidos. “Queremos reforçar nosso crescimento com duas marcas comerciais FOXLUX e FAMASTIL. Sabemos de toda tradição e força da feira e será um ano de aprendizado e de várias possibilidades”, explica Eloir Pereira Padilha Junior, gerente de marketing.

Ainda este ano o credenciamento será aberto para os visitantes de todas as partes do Brasil e de outros países da América Latina e, assim, será possível se organizar para uma verdadeira jornada de atualização e negócios. A lista completa de expositores, a programação de conteúdo e experiências logo estará disponível no site para consulta também”, finaliza Mayra Nardy, Gerente da Feicon Batimat.


Feicon Batimat 31 de março a 3 de abril de 2020

São Paulo Expo - 1,5 Rod. dos Imigrantes

Vila Água Funda – São Paulo
FONTE: alec.org.br

 

Construção civil retoma crescimento e gera 1 em cada 5 empregos no Brasil

Startups como a Juntos Somos Mais contribuem para acelerar o desenvolvimento o setor e qualificar profissionais

Segundo levantamentos do IBGE, a construção civil cresceu 2,0% no segundo trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, depois de cinco anos registrando quedas. Ainda de acordo com o instituto, o resultado ajudou a impulsionar o PIB brasileiro, que subiu 1,0% no 2º trimestre de 2019 quando comparado com 2018, o 10° resultado positivo consecutivo nesta base de comparação.

 

A construção civil também tem contribuído com a geração de emprego no Brasil. De acordo com dados do CAGED de janeiro a agosto de 2019, houve a criação de 593 mil empregos e a construção civil foi a indústria que mais contribuiu com 96,5 mil empregos (16% das vagas totais). Como referência, no mesmo período de 2018, houve a criação de 568 mil empregos e a construção civil contribuiu com 65,5 mil empregos (12% das vagas totais).

De acordo com Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP, “o crescimento da construção civil passa muito mais pelo setor informal do que pelas construtoras”, o que significa que o varejo da construção civil, que conta com cerca de 140 mil lojas em todo o Brasil e movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano, é um dos principais vetores de recuperação da economia neste período.

 

Um representante do avanço desse mercado é a Juntos Somos Mais, detentora do maior marketplace B2B do varejo da construção civil, que faturou quase R$ 7 bilhões nos últimos 12 meses e do maior programa de fidelidade do setor, o Juntos Somos+.

 

O programa, focado no desenvolvimento e digitalização do varejo da construção civil, conta com mais de 57 mil lojas cadastradas em todo o Brasil – ou 41% do total de instituições do ramo no país – e mais de 200 mil profissionais. Entre janeiro e agosto do último ano, o Juntos Somos + viu um aumento de mais de 50% na quantidade de participantes.

Com base em dados de seu Sistema de Inteligência de Mercado (SIM), que analisa padrões de consumo nas lojas cadastradas no Juntos Somos+ e fornece insights gratuitos para os varejistas participantes, a empresa percebeu que aproximadamente um terço do faturamento das lojas é derivado da venda de materiais básicos como por exemplo, cimentos, tubos e aço.

 

Esses insumos compõem outra estatística, baseada em informações fornecidas pelo Sinduscon, que determinam que os materiais de obra são responsáveis por quase 40% do gasto médio com o metro quadrado das construções civis no Brasil, que totaliza cerca de R$1.410. Outros 56% são destinados a gastos com mão de obra e cerca de 4% vão para despesas administrativas, projeto e aluguel de equipamentos.

 

Apesar de o varejo da construção brasileiro ser promissor, precisa se desenvolver. Um raio-X do setor realizado pela Juntos Somos Mais mostra que a gestão familiar é adotada em 87% das lojas analisadas – dentre as quais mais da metade (51%) não têm profissionais capacitados para atuar no varejo. Além disso, apesar de 93% das lojas possuírem computador e internet, apenas 33% contam com leitor de código de barras e 45% possuem software de gestão.

 

“Com programa de fidelidade Juntos Somos +, as lojas, os profissionais de vendas e os profissionais da obra acumulam pontos com a compra de produtos das 20 empresas participantes, que podem ser resgatados em forma de mais de 20.000 itens voltados ao desenvolvimento da loja, capacitação da equipe de vendas e ferramentas para os profissionais de obra”, explica Antonio Serrano, CEO da empresa. Nosso propósito é fortalecer e desenvolver o varejo de material de construção e os profissionais de obra do Brasil”, conclui o executivo.

 

Para isso, até 2020 a empresa planeja investir R$ 50 milhões na expansão do programa Juntos Somos+ e no aprimoramento do ecossistema, adicionando novas funcionalidades e melhorando os benefícios para os participantes.

 

Juntos Somos Mais em números:

57+ mil lojas cadastradas

200+ mil profissionais cadastrados

12 bilhão de pontos emitidos

350+ mil resgates
 

19 empresas participantes do programa de relacionamento: Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre (fundadoras), Santander, GetNet, Linx, Vedacit, Eternit, Suvinil, Bosch, Casa do Construtor, Ciser, Ourolux, Cozimax, Corfio, Schneider Electric, Portal Solar, Cofema e Marluvas

55+ profissionais com habilidades e background diversificados no time

R$ 30 milhões já investidos – R$ 50 milhões em investimentos até 2020

Sobre a Juntos Somos Mais
 

O Juntos Somos + foi criado em 2014 pela Votorantim Cimentos como um programa de relacionamento. Desde o início, a proposta era profissionalizar varejistas e balconistas, contribuindo, assim, para a sustentabilidade da cadeia por meio da geração de novos negócios. Contando com os sócios Gerdau e Tigre, o Juntos Somos + se transformou em uma empresa independente, a Juntos Somos Mais, um ecossistema que pretende revolucionar o varejo da construção civil, fortalecendo e qualificando o varejista. Atualmente, a empresa conta com 35 funcionários. No programa, já são mais de 57 mil lojas e 200 mil profissionais cadastrados. Até 2020, a empresa planeja investir R$ 50 milhões na expansão do programa e no aprimoramento do ecossistema, adicionando novas funcionalidades e melhorando os benefícios para os participantes.

FONTE: alec.org.br

 

5 Medidas de Segurança em Andaimes
Normas Regulamentadoras (NRs), NR-35 Redação Inbep Conheça algumas práticas e medidas preventivas para se trabalhar com segurança nos andaimes. Lembrando que ele é citado na norma regulamentadora 35, a qual se refere a trabalhos em altura. Veja a seguir o que separamos:

 

1. Uso do andaime Para trabalhar com segurança nos andaimes há de evitar os seguintes itens: Trabalhar em andaimes durante tempestades ou ventos fortes; Sobrecarregar os montantes ou as plataformas dos andaimes (respeitar as recomendações do fabricante); Sobrecarregar com materiais ou equipamento os guarda-corpos; Aplicar aos andaimes força que estes não estejam preparados para suportar (respeitar as instruções do fabricante); Alterar a estrutura dos andaimes sem tomar as precauções necessárias (novos cálculos, verificação dos pontos de ancoragem, etc..). Há de ter em conta as instruções e recomendações do fabricante, o qual, se necessário, deverá ser previamente consultado.    

 

2. A plataforma do Andaime Sobretudo, deve-se verificar a plataforma do andaime, a mesma deve permitir aos trabalhadores executar as suas tarefas nos andaimes em completa segurança. A plataforma pode ser composta por tábuas de madeira ou por plataformas pré-fabricadas. Em caso de condições meteorológicas adversas (chuva, gelo, neve), as características da plataforma usada (madeira, alumínio, aço) têm de ser tidas em conta. As plataformas (tábuas e pranchas) devem ser mantidas em bom estado. Quando uma plataforma não estiver integralmente coberta por pranchas ou tiver perdido tábuas, é necessário interromper imediatamente o trabalho, que apenas poderá ser retomado após a reposição das tábuas em falta. As plataformas de trabalho devem ser suficientemente largas para permitir a passagem segura de pessoas.    

 

3. Antes da utilização Antes da utilização, deve-se verificar se: Foi elaborado um desenho de montagem, utilização e desmontagem, em função da complexidade do sistema de andaime escolhido, e a montagem foi executada sob supervisão de uma pessoa competente e por trabalhadores que tenham recebido uma formação adequada; Tanto o trabalhador responsável pela montagem do andaime como o utilizador – se tratar de pessoas ou empresas diferentes (no caso da subcontratação de montagem) – devem ter a certeza de que o andaime irá garantir uma plataforma de trabalho segura e capaz de resistir, em completa segurança, ás cargas exercidas durante a sua utilização; As áreas do andaime que foram entregues estão claramente identificadas; A capacidade máxima dos locais de carga e das plataformas de trabalho está claramente indicada; Toda área do andaime foi inspecionada antes de ser usada (pode recorrer-se a uma check-list de inspeção do andaime) A responsabilidade pela manutenção, alteração e inspeção do andaime está claramente definida.

 

4. Inspeção do Andaime (Parte 1) Por ultimo e não menos importante tem a inspeção do andaime, onde há que se verificar (Parte 1): Se este é apropriado para a tarefa ou tarefas previstas; Se permitir o acesso, em completa segurança, ao local onde o trabalho será realizado; Se tem uma base estável e sólida Se os montantes estão corretamente montados e contraventados; Se a plataforma de trabalho não está demasiada alta em relação a largura da base; Se o andaime está suficientemente ancorado; Se as ancoragens estão suficientemente sólidas; Se os acessos cumprem as condições de utilização necessárias; Se todos os guarda-corpos estão em posição e eficazes; Se os andaimes estão corretamente sinalados.

 

5. Inspeção do Andaime (Parte 2) Além de verificar os itens acima, é importante também realizar as seguintes perguntas a fim de garantir a segurança, veja: Existe algum plano de montagem, utilização e desmontagem elaborado por uma pessoa competente? Os andaimes foram montados, alterados e desmontados pelos trabalhadores competentes? Todos os prumos possuem bases (e, se necessário, pranchas de madeira)?     Todos os prumos, esquadros, cruzetas, e estroncas (uma haste que serve de sustentação ou reforço  de uma parede ou barreira) estão em posição? O andaime está amarrado ao edifício ou á estrutura, em postos suficientes para prevenir no seu colapso? Existem guarda-corpos, guarda-corpos intermediários e rodapés, ou outra forma de proteção adequada, em todos os vãos livres, para evitar quedas? Existem rodapés para evitar a queda de materiais dos andaimes? As plataformas de trabalho estão inteiramente forradas e as tábuas de pé estão instaladas de forma a evitar basculamentos, derrapagens ou deslizes? Existem barreiras eficazes ou painéis de aviso (sinalização) no local a fim de impedir os trabalhadores de usar um andaime incompleto? 
 

Fonte: INBEP http://blog.inbep.com.br/5-medidas-de-seguranca-em-andaimes/ .